TRABALHOS de ARTES DECORATIVAS em: Madeira, Vidro, Velas, Chacota, Arte Floral, Eva, Patchwork, Pintura, Fotografia e Scrapbooking

Sexta-feira, 31 de Agosto de 2012

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Um Pai contava histórias na hora da refeição

Nos olhos atentos dos filhos, nenhuma divagação

Os pratos vazios, as bocas ávidas por uma refeição

 

Àquela lastimável situação, ele queria abrandar

A fome de seus filhinhos

Ele tentava de alguma forma disfarçar

Ele lia em voz alta com muita empolgação!

Porém os seus olhos estavam tristes,

Exibiam a amargura cravada no coração

 

 Quando viu seus pequeninos caindo no sono, parou de ler

 E ficou a pensar no dia seguinte, no que iria fazer!

 Quem sabe conseguiria um emprego

 E diria adeus para aquele pesadelo?

 Então a sonolência veio e ele procurou o sossego

 E sentindo muita pena dos seus entes queridos,

 Adormeceu nos braços da esperança e do medo!

 

 Janete Sales (Dany)

 

publicado por artedasao às 13:47

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012

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Se eu pudesse fazer um pedido agora, somente um, eu pediria a Deus que me desse uma caixa. Mas eu queria uma caixa diferente. Esta caixa, eu guardaria bem pertinho de mim, assim, em um lugar que estivesse ao meu alcance em qualquer momento. Os sentimentos nela contida seriam grandes demais, mas, de acordo com meu pedido, eu gostaria de uma caixa bem pequenina, para guardar num cordão, pendurado bem perto do peito. Uma caixa em que eu pudesse guardar não roupas, sapatos, fotos, cadernos, cartas ou jóias. Queria uma caixa em que eu pudesse guardar sensações. Uma caixa em que eu pudesse guardar o sentimento de cada momento, para que um dia, quando minha memória não for mais tão boa, quando a visão estiver mais fraca que nunca, a audição estiver errante, e o coração estiver batendo mais devagar, eu possa abri-la e ter novamente tudo, aquilo que guardei tudo aquilo que um dia eu vivi.

Guardaria dentro da caixa, em primeiro lugar, a alegria da brincadeira de roda, das tardes brincando no pátio, dos desenhos da manhã, do Nescau zinho feito todos os dias. Guardaria todos os Natais, as Páscoas com as pegazinhas do coelho no jardim, a brincadeira de pipa, as idas ao zoológico. Guardaria dentro da caixa, toda a alegria de ser criança, que agora, já falha um pouco na memória com o passar dos anos, e que eu sei, só tende a falhar cada vez mais. Em minha caixa, porém, esta alegria estaria a salvo.

Guardaria também a sensação de carinho familiar. Um dia, meus Pais não estarão mais aqui. E quando este dia infeliz chegar, eu abriria minha caixa, e sentiria todo o amor deles novamente. Sentiria a segurança de meus Pais, o amor deles por mim, a preocupação. Sentiria novamente toda a felicidade que passei ao lado deles, todas as barras que seguramos juntos também. Lembraria de como foi o importante tudo que me ensinaram, da angústia que passei e que lá estavam eles ao meu lado. A sensação de ter alguém que goste realmente de mim, que se preocupa, a sensação de ser acolhida, de saber que não estou sozinha no Mundo, tudo isso ficaria eternamente guardado dentro de minha caixa.

Guardaria na caixa todas as lembranças de meus amores. O sentimento do amor, do afecto. O sentimento de querer mais e mais, de querer estar junto, a sensação de pele tocando na pele, de braços, beijos, laços. De suor, de arrepio, a sensação que só um beijo pode causar, a imensidão de se perder nos abraços de alguém. Guardaria também a sensação das lágrimas de amor, da dor da saudade. Guardaria o sentimento de aprendizagem que cada amor meu me deu. Isso tudo faria com que eu me sentisse mais viva no futuro, mais feliz por tudo que um dia vivi.    

Mas em minha caixa, se eu pudesse, eu guardaria um pouco de cada amigo meu. Assim, um pedacinho de tudo que vivi com eles, cada sensação. Guardaria a euforia de todas as festas, de todas as parcerias, de todas as farras vividas. Guardaria a empolgação que passei ao lado de cada um deles, os planos feitos com tanto afinco. Guardaria todas as tardes e manhãs na escola, todas as risadas, todas as brincadeiras. Guardaria a compreensão de cada um deles, os conselhos, o apoio das horas difíceis. Guardaria o sentimento do companheirismo, o sentimento de adrenalina de todas as vezes que juntos aprontamos, guardaria as emoções que passei ao lado de cada um deles. Mas eu digo os amigos mesmo, que são poucos, mas que são especiais. Aos amigos, eu deixaria um lugar especial em minha caixa, um lugar de fácil acesso, um lugar que a velhice um dia não me impedisse de chegar.

Como esse pedido é um tanto quanto impossível, eu tentarei guardar não em uma caixa, mas em minha memória, até quando eu puder, todas essas lembranças e sensações. A todos os que amo, que um dia amei, a todos aqueles que fizeram parte da minha vida em algum momento, que foram especiais, que marcaram algum momento, que me fizeram feliz, a todas estas pessoas, saibam que vocês estão em meu coração. Saibam que, no entardecer de minha vida, quando vocês estiverem na caixa do meu coração, eu vou abri-la, e vocês serão como as estrelas, que iluminarão minha Noite.

(Kathlen Heloise Pfiffer)

 

 

publicado por artedasao às 11:34

Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

 

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Velas espalhadas pelo chão,

Aqui e além …

Um som suave daquela música

Que eu sei que te faz vibrar

Apenas a luz que dança

Lançando reflexos nas almofadas

Espalhadas pelo meu sótão do prazer

Espaço lúdico onde te espero

Na mais perfeita fantasia de amor

Danço, no meio da roda feita pelas velas

Que iluminam o meu corpo ainda vestido

Como uma segunda pele a delinear o corpo

Aquele vestido preto

Que tu sempre dizes deixar-te aturdido

No cabelo apenas um gancho, único acessório que uso

Equilibro-me nos sapatos de salto alto

Enquanto danço ao som da música

Que faz lembrar terras do oriente

Deslizo as alças do vestido até ao cotovelo

 

Rodo o corpo e fico de costas para ti

A música continua a soar entre estas quatro paredes,

O cheiro a incenso no ar é cada vez mais intenso

E agora nota-se um cheiro a rosas.

As que me trouxeste porque sabes o quanto gosto delas.

Vermelho escuro, cor da paixão

Levas as mãos às minhas ancas

E começas a fazer descer o vestido por elas

Juntos numa dança de sentidos

Exploras a geografia do meu corpo

Reconheces todos os caminhos

Aspirando o meu perfume de Mulher

E como me sinto Mulher!

 

(Marcelo Fouquet Rosembrock)

 

 

publicado por artedasao às 14:03

Terça-feira, 28 de Agosto de 2012

Gostaria de voltar a ser criança – uma garotinha de seis anos que caiu da bicicleta. Gostaria de fazer cara de choro e correr aos berros para a cozinha, onde minha mãe me ergueria do chão, me daria um forte abraço e beijaria meu joelho esfolado. Eu pararia de chorar e tomaria leite com chocolate para a dor passar. Porque se tem uma coisa que é verdade, é que joelhos ralados saram mais rápido que corações partidos. Essa é uma das coisas que as pessoas não nos ensinam quando falam de crescer: como lidar com as dores que não passam com um beijo.

 

(Janine Lamenha)

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publicado por artedasao às 11:29

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

Organizando algumas fotos antigas de objectos e fotos que pertenciam a minha irmã, lembrei de quantas vezes nos últimos anos, repeti esse gesto.

Revendo aqueles objectos vi um filme passar na minha frente, um filme do qual participei, como coadjuvante. Me senti uma invasora. Esse mesmo acto de catalogar, organizar, doar, fiz com objectos do meu irmão e meu sobrinho, minha tia…. E percebo hoje o quanto damos importância a coisas materiais que simplesmente se tornam pilhas de objectos a serem doados, descartados……

Quantas vezes dá mos tanta importância, tanto cuidado a coisas que foram feitas para se cuidar e não para se amar….

Quantas louças guardadas no armário esperando uma ocasião especial, quando especial é estar vivo, aqui e agora.

As coisas vêm e vão….Hoje as temos amanhã se quebram. Vejo hoje a casa em que ela viveu, construída, sonhada, onde foi feliz e infeliz, onde nasceram seus filhos e onde um morreu, vendida, mudada, invadida por pessoas que não vislumbram o que suas paredes escondem, as risadas, os choros, fantasmas que ficam nas sombras….

Vejo então que nada disso tem valor, hoje me desfaço com facilidade de objectos e coisas e cada vez se torna mais difícil, me desfazer das pessoas que são ou foram importantes na minha vida, não importa o tempo em que estiveram presentes e nem há quanto tempo estão ausentes….

Posso mudar de casa, de País, derrubar paredes doar cada bugiganga, que afinal sempre juntamos, mas os sentimentos ficam, não são vendidos, doados, apagados, às vezes pensamos que eles se foram, mas de repente um som, um cheiro ou uma caixa de fotos como essa que estou remexendo agora os trazem de volta, com toda a força, dor ou alegria como se tivessem acontecido agora mesmo….

Só quero da vida o que posso carregar ao partir, não quero pagar por excesso de bagagem, quero as mãos livres para abraçar as mudanças que sempre vêm, que venham as mudanças, espero por elas de peito aberto…

 

(Barbelavania)

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publicado por artedasao às 12:35

Domingo, 26 de Agosto de 2012

Podemos ser comparados com um avião, sendo que todos têm um voo pela frente, alguns altos, outros baixos e infelizmente existem aqueles que nem conseguem subir, porém, se você parar para pensar, tecnicamente não precisasse de um motor específico para levantar um voo, ele pode acontecer através de uma rajada de vento, basta esperar com calma e usar todas as técnicas adquiridas com voos passados, e quando essa rajada chegar... Vai de você e sua experiência, subir e planar seu impulso vindo de bons ventos, ai sim você escolhe a distância a percorrer, a melhor parte disso tudo, é que você é o seu próprio mecânico e chegarás com firmeza e paciência ao destino nos quais querem chegar.

 

(Wagner Hask)

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publicado por artedasao às 16:08

Sábado, 25 de Agosto de 2012

Se um dia faltar luz

Ou pão pró meu estômago

Voltarei ao candeeiro

E farei outra receita

 

Se um dia faltar juízo

E um pouco de sal

Vou buscar outro louco

E salgarei tudo do mar

 

Se um dia faltar limite

E um pouco de euforia

Voarei todos os meus sonhos

E buscarei algum estímulo

 

Só não me venha com a besteira

De um dia me tirar o amor

Sem esse eu não vivo, nem a pulso

Por ele troco luz, pão, limite e euforia

Pelo amor eu vou além

Com amor eu sou alguém

 

(Leila Perci)

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publicado por artedasao às 11:55

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2012

A amizade é uma paisagem bonita pintada por várias mãos. Ela tem as cores da lealdade, do afecto e da compreensão entre pessoas que se querem bem. Amizade é o companheirismo responsável, é o abraço forte na hora difícil, é a sensação gostosa de poder enxergar nas feições de um estranho a imagem de um verdadeiro irmão. Existe algo de encanto quando a gente começa a fazer parte da história e da vida de um ilustre desconhecido. O destino nos vale muito mais quando ele coloca alguém especial no nosso caminho. Amizade não nasce com a gente, mas nasce da gente, assim como um filho pródigo ou um sonho bom.

Quando a gente vai se tornando amigo de outra pessoa, é possível enxergar a olhos nus como algumas mudanças vão acontecendo. A gente vai se moldando um ao outro e vão surgindo nichos que não existiam dentro do nosso coração. Tudo isso se realiza para que um ilustre desconhecido possa ir se ajeitando, se acomodando e, finalmente passe a fazer parte da nossa vida. E nesse processo de transformação pela amizade, muitos dos nossos preconceitos e desconfianças acabam caindo por terra e ficando para trás. Fazer amigos é um jeito gratificante de exercitar a tolerância e de aprender a conviver com as diferenças.

Amizade que se preza não se pauta pelo interesse material, pelo oportunismo barato ou pelo desejo de querer andar com quem está na moda. Não se escolhe amigos por serem parecidos com a gente ou com qualquer um que julguemos ter o tipo ideal para frequentar a nossa casa. Não se escolhe amigos por nenhuma conveniência ou pré-requisito. Aliás, definitivamente, amigos a gente não escolhe... Eles são dádivas que a vida nos traz quando a gente menos espera.

E o tempo de uma amizade não se equivale ao tempo que o relógio marca. A distância que separa grandes amigos não pode ser aferida por léguas ou quilómetros. O que conta para uma grande amizade é a medida do amor que trazemos no coração e o dom divino de jamais conseguir esquecer alguém que significa algo de bom em nossas vidas.

Amigos ignoram as contingências que o destino impõe ao dia-a-dia de cada um. A amizade, quando é sincera, simplesmente impende da distância que separa as pessoas. Naturalmente, ela vai se perpetuando, por obra e graça do imenso bem-querer que une as almas irmãs. Amizade é rocha que não se move com a força do vento. Amizade é um laço que se aperta cada vez mais durante a incessante caminhada do tempo.

Amizade é uma troca justa de energia e de valores. É um sentimento exemplar que nos impele a fazer por outras pessoas aquilo que gostaríamos que outras pessoas fizessem por nós. Amizade é uma riqueza que não tem preço, mas sim, apreço. Amizade é colo. Amizade é admiração. Amizade, muito mais do que conivência, é ajuda.

Ter amigos é a garantia de um abraço caloroso a qualquer hora, e em qualquer esquina deste mundo.

 

(Renée Venâncio)

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Imagem da Serra D'Arga

 

publicado por artedasao às 13:43

Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012

Certa vez, um homem caminhava pela,

Praia numa noite de lua a cheia.

Pensava desta forma:

Se tivesse um carro novo, seria feliz;

Se tivesse uma casa grande, seria feliz;

Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;

Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz,

Quando tropeçou com uma sacola

Cheia de pedras.

Ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma

No mar cada vez que dizia:

Seria feliz se tivesse...

Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la.

Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.

Você imagina quantos diamantes ele jogou

Ao mar sem parar para pensar?

Assim são as pessoas... Jogam fora seus

Preciosos tesouros por estarem esperando

O que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor

Ao que têm perto delas.

Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.

Muito perto de si está sua felicidade.

Cada pedrinha deve ser observada...

Pode ser um diamante valioso.

Cada um de nossos dias pode ser considerado

Um diamante precioso, valioso e insubstituível.

Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo

Ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.

Você como anda jogando suas pedrinhas?

(que podem ser namorados, amigos,

Trabalho e até mesmos seus sonhos).

A morte não é a maior perda da vida.

A maior perda da vida é o que morre

Dentro de nós enquanto vivemos.

 

(Blandinne)

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publicado por artedasao às 13:01

Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012

Tua caminhada ainda não terminou.

A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita de tuas palavras e do teu silêncio.

Se amanhã sentires saudades, lembra-te da fantasia e sonha com tua próxima vitória.

Vitória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter, porque é uma vitória que surge da paz e não do ressentimento.

É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente, mas haverá de ver sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói.

Tu és jovem.

Atender a quem te chama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição.

A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças, assim como o leito dos rios precisa da água que rola e o coração necessita de afecto.

Não faças do amanhã o sinónimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais.

Teus passos ficaram.

Olhes para trás... Mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te.

 

(Charles Chaplin)

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publicado por artedasao às 14:48

Terça-feira, 21 de Agosto de 2012

Eu estava dentro do Avião, prestes a descolar, e pela milionésima vez escutava a orientação do Comandante: "Em caso de despressurização da cabine, as máscaras cairão automaticamente à sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver a seu lado". E a imagem no monitor mostrava justamente isso, uma Mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela.

É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as Mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que somos, todas. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, Despressurizadas?

Isso vem de encontro a algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o Mundo, comece por você.

Tem gente à bessa fazendo discurso e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensas a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranquilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?

Quer uma Cidade mais limpa, comece pelo seu quarto e seu banheiro. Quer mais Justiça Social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa. Um trânsito menos violento é simples: avalie como você mesma conduz. E uma vida melhor para todos? Pois, ajudaria muito colocar um sorriso neste rosto, parar de praguejar, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo. Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa como a parte ruim da nossa história, salvo tragédias pessoais e abandonos sociais. E, mesmo entre as menos afortunadas, há as que viram o jogo, ao contrário das que viram umas chatas.

Antes de falar mal da Caras, pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na Rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Uma coisa está relacionada com a outra: você e o Universo. Quer salvá-lo? Garanta-se primeiro. Não se sinta culpada em pensar em si próprio. Cuide da sua saúde. Arrume o que é seu. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.

 

(Martha Medeiros)

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publicado por artedasao às 14:53

Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

Às vezes fico pensando no vinho e em seu significado. O vinho deveria ser Registrado como bem imaterial. Afinal, vinho só fica bom quando tomamos com pessoas especiais, no clima especial, com o acompanhamento certo. Chega a ser pecado tomar o vinho por tomar. Vinho é escolha! Do sabor, da uva, do perfume, do acompanhante, do acompanhamento, da música... Vinho não é uma bebida simples, não é banal. Por mais que a vontade dele apareça, a gente, que entende que maior que a bebida é o significado, não consegue sentir prazer em tomar um vinho sozinho. Porque será?

 

(Anja do Tempo)

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Peça de Artesanato que esteve em Exposição na 35ª Feira Nacional de Artesanato (Vila do Conde)

 

 

publicado por artedasao às 15:49

Domingo, 19 de Agosto de 2012

Existem pessoas nas nossas vidas que nos fazem felizes pela simples casualidade de terem cruzado o nosso caminho.

Algumas percorrem o caminho a nosso lado, vendo muitas luas passar, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.

A todas chamamos amigos e há muitas classes deles.

Talvez cada folha de uma árvore represente um dos nossos amigos.

Os primeiros que nascem são o nosso amigo Pai e a nossa amiga Mãe, que nos mostram o que é a vida.

Depois, vêem os amigos Irmãos, com quem dividimos o nosso espaço para que possam florescer como nós.

Passamos a conhecer toda a família de folhas a quem respeitamos e desejamos o bem.

Mas, o destino apresenta-nos a outros amigos, os quais não sabíamos que iriam cruzar-se no nosso caminho. A muitos de eles chamamos-lhes amigos da alma, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz.

E às vezes um desses nossos amigos da alma estala no nosso coração e então chamamos-lhe um amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, saltos aos nossos pés.

Mas também há aqueles amigos de passagem, talvez umas férias ou uns dias ou umas horas. Eles colocam-nos sorrisos no rosto durante o tempo que estamos com eles.

Falando do assunto, não podemos esquecer os amigos distantes, aqueles que estão na "ponta das ramas" e que quando o vento sopra, sempre aparecem entre uma folha e outra. O tempo passa, o Verão vai-se, o Outono aproxima-se e perdemos algumas das nossas folhas, algumas nascem noutro Verão e outras permanecem por muitas estações.

Mas o que nos deixa mais felizes é que as folhas que caíram continuam junto, alimentando a nossa raiz com alegria. São recordações de momentos maravilhosos de quando se cruzaram no nosso caminho.

Desejo-te, folha da minha árvore, paz, amor, sorte e prosperidade.

Hoje e sempre...Simplesmente porque cada pessoa que passa na nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.

Haverá os que levam muito, mas não haverá os que não nos deixam nada.

Esta é a maior responsabilidade da nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por casualidade."

 

(Conde Roberto)

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Peça de Artesanato que esteve em Exposição na 35ª Feira Nacional de Artesanato (Vila do Conde)

 

 

publicado por artedasao às 12:21

Sábado, 18 de Agosto de 2012

Os Dez mandamentos de um casamento feliz. Não é receita, é um projecto de construção da felicidade no casamento. Amar pode e deve dar certo.

Sejam sábios: Nunca se irritem um com o outro ao mesmo tempo.

Sejam inteligentes: Lembrem-se que quando um não quer, dois não brigam.

Sejam gentis: Jamais gritem um com o outro a não ser que a casa esteja em chamas.

Sejam amigos: Se um tiver que ganhar a discussão deixe que seja o outro.

Sejam honestos: Se cometerem um erro reconheçam e peçam perdão.

Sejam companheiros: Se tiverem que criticar que seja para somar nunca para dividir.

Sejam positivos: Não remoam erros passados. Águas passadas não movem moinhos.

Sejam criativos: Inovem sempre, namorem sempre, fujam da mesmice sempre.

Sejam amorosos: Pelo menos uma vez ao dia digam ao outro uma palavra de carinho.

Sejam bons amantes: Nunca durmam com mágoas. Por quê perder uma noite de amor?

 

(Carlos Alberto Rodrigues Alves)

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Peça de Artesanato que esteve presente na 35ª Feira Nacional de Artesanato (Vila do Conde)

 

publicado por artedasao às 15:21

Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012

Peças de Artesanato que estiveram em Exposição na 35ª Feira Nacional de Artesanato (Vila do Conde)

 

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Três amores... Quem me deu

Tão estranha sorte assim?

Três amores tenho-os eu

E nenhum me tem a mim!

 

(Mário Quintana)

 

publicado por artedasao às 13:57

Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012

Andar de bicicleta me deixou ver o mundo

Com uma velocidade maior que a dos meus passos,

Mas, não tão grande que me impossibilitasse de admirar

...eu senti a vida pulsar em mim em cada ladeira, e a senti fugir de mim quando as subia...

Desviando das pessoas, dos carros, mas, captando cenas exactamente como são...

Andar de bicicleta ainda me dá um pouco de medo, o mundo não gosta da mesma mão que eu...

Mas, é um exercício revigorante!

 

(Thallyta)

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publicado por artedasao às 15:04

Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

É na Serra da Estrela, mais propriamente em Seia que fica a Quinta Fonte do Marrão, onde encontramos este magnífico Museu que preserva e mostra objectos relativos ao fabrico do Pão e aonde é possível apreciar toda a sua história, que é ao mesmo tempo parte importante da história de Portugal. Criado a partir de 1996, foi inaugurado em Setembro de 2002. O Museu do Pão é um complexo museológico privado onde se exibem e preservam as tradições, História e Arte do Pão Português. O visitante encontra uma gama de actividades destinadas à cultura, pedagogia e lazer. Através de quatro salas de exposição e de vários outros espaços do complexo museológico, poderá conhecer os antigos saberes e sabores da Terra Portuguesa. Os mais novos poderão observar o ciclo do Pão, a sua feitura e ainda manipular a Farinha a seu belo prazer ou acompanhados por monitores que matarão todas as suas curiosidades. Poderá antes ou depois almoçar no Restaurante do Complexo, onde são servidos a maior parte dos sabores da Região.

 

(Arte da São)

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publicado por artedasao às 13:34

Terça-feira, 14 de Agosto de 2012

Vamos construir castelos?

Como nos tempos de criança, quando colocávamos um monte de areia molhada sobre o pé, apertávamos bem modelando o castelo, tirávamos vagarosamente o pé para não desmanchar, deixando aquela portinha. A porta da "garagem" onde os carrinhos de brinquedo entravam.

Não é tão difícil construir um castelo, quando nossas aspirações são simples.

A beleza está em combinar carinho, paciência, um toque de "Artista".

E principalmente, um olhar generoso sobre as suas conquistas.

Construa seus castelos sem importar-se com o valor material dele.

Antes, olhe-o, aceite-o e, a cada dia, acrescente coisas novas que o tornem mais belo, especial, único, parecido com você.

 

(Patrícia Assmann)

 

Um novo Olhar fotográfico de “O Paço dos Duques de Bragança” (tipicamente designado de apenas Paço dos Duques) foi construído no século XV, em Guimarães, por D. Afonso, 1.º duque de Bragança.

 

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publicado por artedasao às 12:38

Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

A vida é uma roda gigante onde a gente sobe tanto pelas escadas como pelo elevador.

Difícil é encontrar alguém que não tenha passado momentos difíceis por falta de dinheiro.

Às vezes o que falta nem é para o principal.

Pode ser um telemóvel novo, um vestido, trocar de carro ou simplesmente ter um dinheirinho para ir ao cabeleireiro.

É interessante é ver a versatilidade com que as pessoas encaram essa falta de dinheiro e como fazem para obtê-lo.

A maioria rala de seis a oito horas por dia para levar para casa um salário que mal dá para pagar as contas básicas.

E tem gente que opta por usar a beleza que Deus lhe deu, independente de qualquer merecimento.

Esse, ou qualquer outro dom mal usado, costuma ser uma faca de dois gumes.

Pessoas que usam a própria beleza para subir na vida pisam nos menos afortunados e podem se dar mal.

Invariavelmente a descida costuma ser uma queda bruta quando a beleza acaba.

E quem só tinha isso, acaba ficando só e sem nada.

 

(Marinho Guzman)

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publicado por artedasao às 16:14

Domingo, 12 de Agosto de 2012

Era uma noite escura sem Lua, as Ruas estreitas faziam com que o Frio viesse directamente contra meu corpo, um Frio que fazia as ruas transpirarem e assim molhassem suas pedras. No longínquo via-se nitidamente a neblina que dobrava a esquina, que de tão densa parecia gemer ao se aproximar. De repente encontro-me envolvido por ela, o medo surge no meu consciente, uma sombra parecida com um homem surge a minha frente com uma capa de chuva preta que lhe cobria as canelas, botas tão negras que lhe confundiam com borracha molhada, suas mãos vestiam-se com luvas de couro, sua cabeça coberta com um capuz como se protegesse da chuva, seu rosto coberto até o nariz por um pano onde dava para notar sua respiração quente saindo pela boca, seus olhos única parte do corpo descoberta golpeava minha mente com um olhar gelado e aterrorizante.

Quando me dei conta ele estava ali dois passos na minha frente. O medo começou a tomar maiores proporções, em sua mão direita um objecto reluzente (prata), tento correr mas o medo já desceu pela espinha e tomou conta das minhas pernas.

Será esse o meu fim? Morto na calada da noite por uma figura medonha que minha mente criou?

 

 (Wil S Figueiredo Jr)

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publicado por artedasao às 14:35

Sábado, 11 de Agosto de 2012

Eu saio e vejo lá fora um céu azul, um sol amarelo e as folhas verdes, quando tudo dentro de mim está cinza. O que eu queria era que, por um minuto o tempo parasse e todos sentissem a angustia dentro de mim, a dor de cada lágrima que eu derramo, a fúria e tristeza por trás de cada grito, hoje vejo que não importa o quanto eu queira, ninguém vai parar e me fazer sentir melhor, eles não vão esperar eu me recompor, quando tudo dentro de mim é uma tempestade, lá fora os pássaros cantam, e eles não precisam de mim para isso, mas eu preciso deles para ver algum sentido, preciso do sol para me fazer enxergar após um dia nublado, preciso do céu para ter esperanças e continuar sonhando, preciso até de uma tempestade para ver que por trás de tudo existe um lindo arco-íris, ele talvez sempre estivesse lá e eu cometeria um dos maiores erros se não pudesse admirá-lo. 

 

(Lorena Pedrosa)

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publicado por artedasao às 09:47

Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012

Dois...

Apenas dois.

Dois seres...

Dois objectos patéticos.

Cursos paralelos

Frente a frente...

...Sempre...

...A se olharem...

Pensar talvez:

“Paralelos que se encontram no infinito...”

No entanto sós por enquanto.

Eternamente dois apenas.

 

(Pablo Neruda)

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publicado por artedasao às 12:34

Quinta-feira, 09 de Agosto de 2012

Boa Mulher

Mulher, elegância não é a cintura fina, charme não é a bolsa cara e o salto alto, postura não é a coluna erecta, atraente não é apenas o bumbum empinado, carácter não é hipocrisia, não é negar o que você faz, tampouco fazer-se de “Santa”, beleza não é o salário alto e a barriga lisinha.

Carácter é boa conduta, carácter são actos adequados às palavras, beleza é humor, dignidade e decência, postura é personalidade forte, é saber o que se deseja e batalhar com altivez e honestidade.

Elegância é a classe nas atitudes, é transparência na forma de viver, é ter os olhos brilhando e as palavras suaves. Atraente é a forma com que vive, com que age, com que fala, atraentes são as palavras gentis, porém sinceras.

Charme é a franqueza sem estupidez, é saber a hora de silenciar e o momento apropriado para falar, charme é saber pedir “desculpas”, é chorar, borrar a maquiagem, mas virar a página sem lastimar, sem estragar o humor, sem pisar em quem não merece.

Postura é atitude firme, é o amor-próprio reflectido nos actos, na altivez com que se faz opções, na dignidade com que se muda de objectivos e se estabelece novas metas. Ser mulher é uma dádiva, mas ser uma boa mulher não é mérito de todas.

 

(Cláudia de Marchi)

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publicado por artedasao às 12:31

Quarta-feira, 08 de Agosto de 2012

"Jardins suspeitos"

 

Gosto muito de flores!

Das pretas...das brancas...

Gosto das flores com cores de flores.

Gosto de flores!

De plástico, de papel ...

Das flores de verdade.

Gosto.

Das que tive,

Das que tenho.

Só não consigo gostar das que deverão ficar ao meu lado,

Quando já não puder vê-las...

 

(Jaak Bosmans)

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publicado por artedasao às 11:51

Terça-feira, 07 de Agosto de 2012

Andar de bicicleta me deixou ver o mundo

Com uma velocidade maior que a dos meus passos,

Mas, não tão grande que me impossibilitasse de admirar...

eu senti a vida pulsar em mim em cada ladeira, e a senti fugir de mim quando as subia...

Desviando das pessoas, dos carros, mas, captando cenas exactamente como são...

Andar de bicicleta ainda me dá um pouco de medo, o mundo não gosta da mesma mão que eu...

Mas, é um exercício revigorante!

 

(Thallyta)

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publicado por artedasao às 15:24

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Olá Maria da Conceição!Encontrei ao acaso o seu bl...
Gostei imenso... De encontrar esses versos soltos ...
Maravilhosa tarde de segunda-feira para ti doce am...
Muito interessante!! Eu nunca tinha visto jarros c...
Uma fotografia muito linda!! Adoro pavões!!
Mais um belo poema e uma fotografia perfeita!!
Gostei muito deste poema!! Verdadeiramente encanta...
Muito linda
Ouvir o eco de nossas próprias palavras nos dá a i...
Belo poema, imagem ainda melhor!Dylan
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