TRABALHOS de ARTES DECORATIVAS em: Madeira, Vidro, Velas, Chacota, Arte Floral, Eva, Patchwork, Pintura, Fotografia e Scrapbooking

Terça-feira, 07 de Agosto de 2012

Andar á beira-mar

Respirar fundo esse ar

Olhar o horizonte

E se perder na imensidão...

Delírio de poeta?

Rimas de um trovador?

Não...

Canções de dor

Canção de amor

Que diferença faz?

O dedilhar nas cordas frias

Se nada agora importa

As ondas se acalmaram

Um barco passou...

Bom mesmo é o calor no corpo

Calor na alma embriagada

Pelas lembranças de outrora

Esse mistério

Esse marasmo

Esse esplendor.

 

(Dilean de Bragança)

                                      >>>>>>><<<<<<<

                                      >>>>>>><<<<<<<

 

publicado por artedasao às 11:24

Segunda-feira, 06 de Agosto de 2012

Nas ruas onde passo,

Ando triste e solitário...

Vagando no mundo sozinho...

Com um coração partido em mil pedaços...

 

Pensei que meus pensamentos eram meus amigos,

Mas até eles me abandonaram...

Nesse mundo eu estava sozinho,

Nesse mundo eu estava solitário...

 

Gritei desesperado...

Mas ninguém me ouvia...

Um corpo escuro e com trevas...

Uma alma negra e sombria.

 

Perto do abismo vi uma luz a brilhar...

Tentei saber o que era, mas era muito forte que não pude enxergar...

Tentei chegar mais perto...

Consegui, me aproximar...

E vi que essa luz maravilhosa,

Era o brilho do teu olhar.

 

(Wilson)

                                       >>>>>>><<<<<<<

                                       >>>>>>><<<<<<<

 

publicado por artedasao às 14:52

Domingo, 05 de Agosto de 2012

Versos na Areia

 

Escrevo versos na areia

Bordados a ponto de luz

Canções que o vento leva

 

Palavras cruzadas de amor

Cantadas a ponto de cruz

 

Selo sem marca d`água

Tormento que me seduz

 

Morro na praia dos sonhos

Entre a cruz e a luz, embalada

Entre a mágoa e a saudade

Uma imagem desenhada

 

(Luiza Caetano)

                                       >>>>>>><<<<<<<

                                       >>>>>>><<<<<<<

 

publicado por artedasao às 12:11

Sábado, 04 de Agosto de 2012

Hoje

Apetece-me oferecer-te flores

Sem motivo, só porque me apetece

Escolhi as mais bonitas,

Simples mas belas

Molhadas com pingos de chuva

São flores só para ti

Colhidas por mim

Numa montanha que ninguém nunca subiu

Numa região onde o sonho é verdadeiro

Elevado e inspirado

Que enche o coração

Ilusão sensação e sonho

Onde... Eu sou eu

Num império de horas desiguais

Onde eu te espero

E se tu me quiseres do jeito que eu sou

Vem....

Dou-te parte do meu coração

E vou aonde tu fores, sem perguntas

Eu espero-te na transparente solidão do ar

Ou em qualquer lugar

Em qualquer estação seja inverno ou verão

Se tu me quiseres....

Mesmo sabendo que é só ilusão

Seja saudade ou não

Se tu me quiseres...

Do jeito que eu sou

E vieres do jeito que tu és

A estrada começa aqui e não tem fim

 

(Divine)

                                        >>>>>>><<<<<<<

                                        >>>>>>><<<<<<<

 

Este é o meu último trabalho em Pintura

 

 

publicado por artedasao às 13:46

Sexta-feira, 03 de Agosto de 2012

Eu sou o verso

O anverso e o reverso

Sou a partida e o regresso

Quando desisto, logo recomeço

E se confirmo, depois desconverso

Até me concentro, mas depois disperso

Eu nego, nego e confesso

Sou a amiga e o adverso

Um anjo puro e perverso

Caso perdido, de sucesso

Se acalmo o passo, logo já apresso

A ninguém obedeço, mas a todos favoreço

Não sou santa e pago o preço

Mas pouco me importa o que pareço

É na solidão que me fortaleço

E entre amigos, que eu cresço

Nada quero nada te peço

Apenas entenda o que eu professo

Minha ausência e meu excesso.

 

(Lina Marano)

                                           »»»»»»»«««««««

                                           »»»»»»»«««««««

publicado por artedasao às 14:43

Quinta-feira, 02 de Agosto de 2012

 

Evolução!

Marinando meu todo,

sem inicio nem fim,

chafurdo no lodo, de que sou, que de mim.

"Ela" a minha sorte!

"Ele" o meu azar!

Em constante confronto,

com a sorte me embalo,

com o azar me desconto,

mas nada de afoitá-lo, ou de me afoitar.

Nem tinha, nem vivera, minas de ouro inconstante,

já tivera o bastante.

Aqui e acolá, te incentivam ao desmame,

sem que porém, alguém te ame.

Só esta mama, gorda, da agrura da vida, que te suga,

a pele e o osso,

Mesmo assim! Não desistes, de não lutar, pra te magoar,

nem engoles o caroço.

Que incongruente te esgana, te aquece e te queima

na chama, da virtude. Fantasmas de cartola,

desprezam-te, chutam-te a lama, já nada te ilude,

tudo é medido pela mesma bitola,

empurram-te de mansinho, a coberto da lei de funil,

que te promete águas mil, fora de Abril e tu vais,

de vela ou de arrais, mas cais.

É a semente da evolução, dessa vil maldição, dos gases letais,

que produzes em doses fatais,

já nem tu estás seguro, não há máscara que te valha!

nem detrás do muro, do forte ou da muralha,

pois tudo será derrubado e assim, ficarás também tu a usufruir do mal que criaste,

da podridão! Dessa tralha!

A evolução...

 

(Jorge Ferreira dos Santos)

                                    »»»»»»»«««««««

                                    »»»»»»»«««««««

 

publicado por artedasao às 15:08

Quarta-feira, 01 de Agosto de 2012

Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se! Mas, também, tem um preço... São inúmeras, outras portas que você descobre. Às vezes curte-se mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida... Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!

 

(Içami Tiba)

                                          »»»»»»»«««««««

                                          »»»»»»»«««««««

publicado por artedasao às 16:10

pesquisar
 
Agosto 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9





Últ. comentários
Olá Maria da Conceição!Encontrei ao acaso o seu bl...
Gostei imenso... De encontrar esses versos soltos ...
Maravilhosa tarde de segunda-feira para ti doce am...
Muito interessante!! Eu nunca tinha visto jarros c...
Uma fotografia muito linda!! Adoro pavões!!
Mais um belo poema e uma fotografia perfeita!!
Gostei muito deste poema!! Verdadeiramente encanta...
Muito linda
Ouvir o eco de nossas próprias palavras nos dá a i...
Belo poema, imagem ainda melhor!Dylan
Últ. comentários
Olá Maria da Conceição!Encontrei ao acaso o seu bl...
Gostei imenso... De encontrar esses versos soltos ...
Maravilhosa tarde de segunda-feira para ti doce am...
Muito interessante!! Eu nunca tinha visto jarros c...
Uma fotografia muito linda!! Adoro pavões!!
Mais um belo poema e uma fotografia perfeita!!
Gostei muito deste poema!! Verdadeiramente encanta...
Muito linda
Ouvir o eco de nossas próprias palavras nos dá a i...
Belo poema, imagem ainda melhor!Dylan
subscrever feeds

SAPO Blogs


Universidade de Aveiro