TRABALHOS de ARTES DECORATIVAS em: Madeira, Vidro, Velas, Chacota, Arte Floral, Eva, Patchwork, Pintura, Fotografia e Scrapbooking

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012

(Um Olhar na Avenida dos Aliados, Porto)

 

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O farol de uma avenida

Estava muito preocupado

Pois alguém o abraçava

E chorava angustiado

 

"Pare de chorar, menino

E me deixe trabalhar

Se eu não acender minhas luzes

Alguém pode se machucar"

 

O menino olhou para cima

Com as lágrimas a rolar

"Não se zangue, oh farol

Pois minha vida é só chorar"

 

"Perdi toda minha família

Sou um menor abandonado

Não tenho casa, nem estudo

Vivo no mundo jogado"

 

O farol lhe respondeu

"Agora vou ter de me fechar

Mas, acalme-se, oh menino

Alguém te vai ajudar"

 

Os carros todos paravam

Vendo o farol fechado

E o menino aproveitava

Para ganhar um "trocado"

 

Uma motorista disse

Com todo amor e carinho

"Eu preciso de você

Para ser o meu filhinho"

 

(Simplesmenteene)

 

publicado por artedasao às 11:22

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

Na Cidade Berço (Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012)

 

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Não adianta. Mudam-se as cores do inverno, os sorrisos, as páginas das revistas, as dez mais bonitas. Mudam-se as tecnologias, as manchetes, o preço do pão, o jeito como você corta o cabelo. Mudam-se os sonhos, o clima lá fora, o tom do batom, a decoração, o que você espera de si mesma. Tudo muda o tempo todo. Mas uma coisa não muda. Não sai de moda. Não fica velho, nem ultrapassado. Quer saber? Acho amar a coisa mais eterna que existe. Não á nada, mais moderno. Mais transgressor. Mais ousado – e mais antigo – que isso. Num tempo onde as pessoas mal têm tempo, amar virou coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito (e muito jogo de cintura) para seguir o que temos de mais criativo: o coração.

É o amor que nos faz ver o mundo de um jeito mais belo. E é o amor (e só ele!) que nos traz o valor exacto das coisas simples. E você não precisa necessariamente amar uma pessoa. O amor é democrático. Você pode – e deve – amar a si mesmo e ao mesmo tempo amar alguém (essa, sim, é a melhor combinação!). E também amar a vida. Amar um projecto. Um trabalho. Um sonho. Ou – porque não? – Simplesmente amar o amor. Se todo amor vale a pena? Eu acredito que sim. O mundo não está triste só por causa das guerras, do superaquecimento global e do tal “salve-se quem puder” As pessoas se escondem atrás das tecnologias e de um falso liberalismo pra camuflar seus medos. Para enganar seus desejos. Á me desculpem, mas no fundo todo mundo quer mais é se apaixonar! Mentira minha? Duvido. Todo mundo quer amar, todo mundo quer encontrar alguém especial, todo mundo quer se livrar do medo que nos impede de andar de mãos dadas. É certo que á quem prefira o morno, os relacionamentos superficiais, as noites vazias. (Relacionamentos trazem tantos problemas e alegrias quanto estar só, isso é uma verdade). Mas tenho a impressão de que todos nós temos um leve romantismo escondido, um desejo real pelo amor, uma necessidade de amar e ser amado sem a qual a vida não teria graça. (E não haveria tantos poetas, tantas canções bonitas e tanta insónia por aí).

Escrevi, uma vez, uma letra onde canta a seguinte frase: “Será que amar é mesmo tudo”? Na época eu não saberia responder. Mas, hoje, cheguei a uma breve conclusão: não, amar não é tudo. É quase tudo. Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. Se eu estou amando? É, devo admitir. Depois de vários romances sem fim, me apaixonei por mim mesma. E, como presente, ganhei um novo amor que é fruto de todos os grandes amores que tive. Sorte minha? Talvez. Mas amor não é apenas sorte. Não pensem também que amor é a solução pra todos os nossos problemas. Não. Amor não é solução. Amor é prémio. Recompensa feliz para quem – afinal de contas – conseguiu manter-se fiel a si mesmo. Por isso, escrevo esse texto. Em uma época em que os desejos duram o tempo de uma estação, acho o AMOR o exercício mais radical que podemos fazer.

 

(Fernanda Mello)

 

 

publicado por artedasao às 11:34

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

Monsanto (Idanha-a-Nova)

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Uma flor no meio da calçada

Tão delicada que poderia ser levada pelo vento

Nasceu ali mesmo, do nada

De uma rachadura que se abriu no cimento

 

Flor raquítica de talo fino,       

Que temia ser pisada

Qual seria o seu destino?

Foi nascer justo no meio da calçada!

 

Os humanos trafegavam perto dela

Rostos sérios ou risonhos e nem olhavam para ela

De repente a flor rosa ficou amarela de medo

Pois quase foi pisoteada,

A coitada não queria morrer tão cedo!

 

Ah sorte dela foi o olhar sensível de uma criança

Que a viu de longe e a levou dali

E a plantou num vaso de esperança

Então a flor rosa se desenvolveu muito frondosa

Mostrava toda a sua beleza e estava orgulhosa!

 

Ela parecia dizer a todo mundo:

-Olha; estou aqui,

Eu sobrevivi por causa do amor de uma criança!

E dizia aos quatros ventos,

” Que quem espera sempre alcança”!

Queria dizer a todos que estava feliz da vida!

E que nós temos que ter fé, mesmo sendo rosa,

Cravo, crisântemo ou margarida!

 

No jardim imenso que é a vida, nós somos como as flores

Que nascem das sementes e são de todas as cores

Que sobrevivem em meio a uma tempestade de verão

Pois quem luta e se agarra no ultimo fio,

Sempre encontra uma solução!

 

Se você for uma pessoa que se sente abandonada

E só encontra obstáculos na sua estrada,

Faça como a flor que não se entregou!

Desviou, desviou...

E mesmo com a tristeza de ter nascido no meio do cimento

Sofreu, lutou, venceu

E para as outras flores se tornou um exemplo!

 

Hoje a flor rosa está sorrindo e já sofreu até demais

E vive num vaso de esperança, numa vida de paz

Ela está radiante e se sente revigorada

Porque mostrou o quanto é resistente,

Sobreviveu as agruras de uma calçada!

 

Janete Sales ( Dany)

 

publicado por artedasao às 11:43

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

Rota dos Fosseis (Idanha-a-Nova)

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Este meu cantinho

...é tão especial.

Um recanto onde gosto de me esconder.

Tão meu. Tão seu.

Não faço versos sobre acontecimentos.

Apenas escrevo o que sinto sem medo de errar.

O meu blogue é um lugar especial mesmo virtual que encontrei para que meus amigos distantes compartilhem comigo um pouco de mim e do que eu gosto.

Um espaço simples, virtual, mas cheio de amor.

Um espaço onde coloco, quando tenho, os meus trabalhos de Arte Decorativa e fotografia.

Cada mensagem, cada texto postado de minha autoria ou não são colocadas com carinho.

Gostaria muito que os meus visitantes sentissem como se estivessem comigo a ler meus escritos e os pensamentos de escritores do qual muito admiro.

Espero que postem comentários aos textos e tirem o maior proveito possível do que lerem.

Sejam bem-vindos à “minha casa virtual”

Beijos para todos.

 

(Arte da São)

 

 

publicado por artedasao às 12:03

Domingo, 14 de Outubro de 2012

Guimarães Capital Europeia da Cultura

 

(Feira Medieval)

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Lágrimas e risos!

Não há mais entrada na minha porta

Ela está fechada, eu joguei a chave fora

Amanhã quem sabe eu me arrependa

Porém hoje a calmaria é a minha senda

 

Engraçado, ontem eu sorria!

Eu até escrevi alguns versos de alegria

Só que hoje me veio o imprevisto, dia de sol com chuvisco!

Uma vontade imensa de esquecer que eu existo

 

Quando a música cessou eu estava em festa

E agora só o silêncio é o que me resta

Eu aprontava as malas para uma grande viagem

Eu me vesti de princesa e roubaram a carruagem!

 

Eu delirava acordada e de repente eu despertei

E devastaram o universo inteiro enquanto eu me ausentei!

Eu caminhava em solo firme em direcção do amor,

Eu me perdi pelo caminho e encontrei a dor!

 

Eu velejava num barco em alto mar

E uma onda gigantesca apareceu para me abocanhar

Eu estava quase chegando ao topo do morro

Eu deslizei e nem deu tempo de eu pedir socorro!

 

Na minha piscina havia água limpa e cristalina

Mas ficou turva por causa da minha tristeza repentina!

Eu andava sobre as nuvens lá no paraíso

Elas sumiram, eu caí; eu perdi o piso!

 

De manhã o meu jardim estava vestido de flores

De noite elas murcharam e perderam as cores!

Em um ano eu obtive tudo o que eu queria

Em poucas horas tudo foi carregado pela ventania!

 

Eu estava esmorecendo e eu me amparei na última oportunidade

Então ceifaram a esperança e eu percebi a minha fragilidade

Eu cantava em voz alta a mais linda melodia

E as cortinas se fecharam enquanto eu sorria!

 

Eu percorri um longo caminho para chegar neste desfecho:

Que um dia eu vou sentir dor e no outro a felicidade que eu tanto almejo

Se o meu sorriso persistisse para sempre, algo estaria errado!

Pois eu necessito das lágrimas para avançar com mais cuidado!

 

(Janete Sales ( Dany))

 

 

publicado por artedasao às 13:35

Sábado, 13 de Outubro de 2012

Cidade Berço (Guimarães)

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Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se! Mas, também, tem um preço... São inúmeras, outras portas que você descobre. Às vezes curte-se mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida... Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!

 

(Içami Tiba)

 

 

publicado por artedasao às 10:55

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

Cidade Berço (Guimarães)

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Viajante

 

De mochila nas costas

E espírito aventureiro no coração

Estou pronto a conhecer

Novos lugares

Desfrutar de muita emoção...

A Europa me fascina

Com suas antigas cidades

História

Gastronomia

Tudo bem ali na próxima esquina

As cidades que explorar

São imagens que não saem dos meus sonhos

São sonhos que desejo realizar

Lisboa... Porto... Guimarães...

Valência... Madrid... Barcelona...

Cada lugar com sua beleza

São destinos para nunca mais esquecer

De trem ou comboio

Não importa como

Visualizando lindas paisagens

As noites são frias

Mas quentes são os dias

Enfim chegou a hora

De regressar para casa.

Viajar é tudo...

É sonho...

É infinita magia...

Que nos faz imaginar.

 

(Marcelo Fouquet Rosembrock)

 

publicado por artedasao às 11:52

Segunda-feira, 08 de Outubro de 2012

Porta de Loja na Cidade de Guimarães aquando da Feira Medieval

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Casa das Cordas

 

Passei na rua e vi uma loja onde na placa dizia:

“Cordas são únicas no mundo venha e garanta a sua! "

Eu curiosa que só, entrei e perguntei ao rapaz que estava com as cordas na mão e perguntei:

- Moço para que servem essas cordas?

E o moço sorridente respondeu:

- Essas são as cordas da união, você as leva e entrega a outra ponta a quem quiser, se a pessoa quiser e você também, onde quer que vocês estejam cada um estará com uma ponta. Se o que vocês sentem for cada vez maior, a corda se torna muito mais forte... Tudo depende de vocês e do quão sincero são os sentimentos. Se a outra pessoa não quiser e soltar, você pode enviar uma nova cordinha, mas ela será mais frágil e é necessário esforço em dobro para deixá-la forte.

Eu muito confusa mas muito empolgada perguntei:

- Quanto custa? Quero 5!

O moço (sempre sorridente) respondeu:

- Nada são de graça, as cordas não têm preço, elas valem o que você, realmente sente, e duram de acordo com a FORÇA que cada um tem para segurá-la.

Eu: Posso dar a corda para a mesma pessoa, quantas vezes?

Ele: Quantas, você quiser….

 

(Jacqueline Amanda da Silva Moraes)

 

publicado por artedasao às 12:17

Quinta-feira, 04 de Outubro de 2012

(Campo Maior)

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Soneto oco

 

Neste papel levanta-se um soneto,

De lembranças antigas sustentado,

Pássaro de museu, bicho empalhado,

Madeira apodrecida de coreto.

 

De tempo e tempo e tempo alimentado,

Sendo em fraco metal, agora é preto.

E talvez seja apenas um soneto

De si mesmo nascido e organizado.

 

Mas ninguém o verá? Ninguém. Nem eu,

Pois não sei como foi arquitectado

E nem me lembro quando apareceu.

 

Lembranças são lembranças, mesmo pobres,

Olha pois este jogo de exilado

E vê se entre as lembranças te descobres.

 

(Carlos Pena Filho)

 

 

publicado por artedasao às 12:21

Domingo, 12 de Agosto de 2012

Era uma noite escura sem Lua, as Ruas estreitas faziam com que o Frio viesse directamente contra meu corpo, um Frio que fazia as ruas transpirarem e assim molhassem suas pedras. No longínquo via-se nitidamente a neblina que dobrava a esquina, que de tão densa parecia gemer ao se aproximar. De repente encontro-me envolvido por ela, o medo surge no meu consciente, uma sombra parecida com um homem surge a minha frente com uma capa de chuva preta que lhe cobria as canelas, botas tão negras que lhe confundiam com borracha molhada, suas mãos vestiam-se com luvas de couro, sua cabeça coberta com um capuz como se protegesse da chuva, seu rosto coberto até o nariz por um pano onde dava para notar sua respiração quente saindo pela boca, seus olhos única parte do corpo descoberta golpeava minha mente com um olhar gelado e aterrorizante.

Quando me dei conta ele estava ali dois passos na minha frente. O medo começou a tomar maiores proporções, em sua mão direita um objecto reluzente (prata), tento correr mas o medo já desceu pela espinha e tomou conta das minhas pernas.

Será esse o meu fim? Morto na calada da noite por uma figura medonha que minha mente criou?

 

 (Wil S Figueiredo Jr)

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publicado por artedasao às 14:35

Segunda-feira, 06 de Agosto de 2012

Nas ruas onde passo,

Ando triste e solitário...

Vagando no mundo sozinho...

Com um coração partido em mil pedaços...

 

Pensei que meus pensamentos eram meus amigos,

Mas até eles me abandonaram...

Nesse mundo eu estava sozinho,

Nesse mundo eu estava solitário...

 

Gritei desesperado...

Mas ninguém me ouvia...

Um corpo escuro e com trevas...

Uma alma negra e sombria.

 

Perto do abismo vi uma luz a brilhar...

Tentei saber o que era, mas era muito forte que não pude enxergar...

Tentei chegar mais perto...

Consegui, me aproximar...

E vi que essa luz maravilhosa,

Era o brilho do teu olhar.

 

(Wilson)

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publicado por artedasao às 14:52

Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

(No entardecer e na calmia desta linda Cidade)

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Não vais Deixar que as Tristezas do Passado e os Medos do Futuro

Estraguem a Alegria do Presente.

 

 

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publicado por artedasao às 17:34

Sábado, 31 de Março de 2012

Zona da Ribeira na Cidade do Porto

 

“ Saímos pelo mundo em busca de sonhos e idéias. Muitas vezes, colocamos em lugares inacessíveis o que está ao alcance das mãos. Quando descobrimos o erro, sentimos que perdemos tempo buscando longe o que já tínhamos perto. Nos culpamos pelos passos errados, pela procura inútil, pelo desgosto que causamos. Não é bem assim: embora o tesouro esteja enterrado na sua casa, você só irá descobri-lo quando se afastar... “No final você só irá entender o valor quando perder e depois recuperar”.

( Paulo Coelho )

 

 

publicado por artedasao às 13:50

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Olá Maria da Conceição!Encontrei ao acaso o seu bl...
Gostei imenso... De encontrar esses versos soltos ...
Maravilhosa tarde de segunda-feira para ti doce am...
Muito interessante!! Eu nunca tinha visto jarros c...
Uma fotografia muito linda!! Adoro pavões!!
Mais um belo poema e uma fotografia perfeita!!
Gostei muito deste poema!! Verdadeiramente encanta...
Muito linda
Ouvir o eco de nossas próprias palavras nos dá a i...
Belo poema, imagem ainda melhor!Dylan
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