TRABALHOS de ARTES DECORATIVAS em: Madeira, Vidro, Velas, Chacota, Arte Floral, Eva, Patchwork, Pintura, Fotografia e Scrapbooking

Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

(Porta velas em vidro pintado, peças únicas)

 

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Voo Imaginário

 

 

Seria então, o meu céu no teu sorriso

Flores, beijos, nós, dois...Mais ninguém

Neste mar fascinante, revolto e impreciso

Porque ao teu lado sou mais e além

 

Sou o sol em dia escuro e in conciso

Iluminando o vil e sombrio engano do bem

Pois contigo, sou só o céu e o paraíso

Sou alma, coração e libido, também

 

Nem contabilizo o ínfimo humano indeciso

Decido querer ser pra sempre, tua refém

Neste voo imaginário, enigmático e indiviso

 

Aí então todos os poemas que fluem e nos mantém

Serão a lírica e santa música de versos concisos

O universo, o amor e a paz... Amém!...

 

(Siomara Reis Teixeira)

 

publicado por artedasao às 12:58

Quinta-feira, 07 de Novembro de 2013

(Desta Técnica de Pintura saem Peças que são únicas no seu desenho)

 

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Horas Íntimas

 

O vinho derramado

O brilho no olhar

O corpo molhado

No espelho embaçado...

 

O olhar derramado

O brilho do vinho

O corpo embaçado

No espelho molhado...

 

A taça quebrada

As roupas jogadas

A chuva de inverno

Na janela da sala...

 

(Walter Pantoja Teixeira)

 

publicado por artedasao às 12:00

Terça-feira, 05 de Novembro de 2013

(Vidro Pintado, sendo peças únicas na sua Pintura)

 

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Apenas um Abraço

 

 

Pode ser bem calminho...

Bem devagarzinho...

Mas que tenha muito carinho...

Vai, não custa nada...

 

Só desejo que seja verdadeiro...

Que tenha amor e amizade...

Que tenha sinceridade...

 

Apenas um abraço...

Estou carente...

Estou sozinha...

Precisando de seu carinho...

 

Meu dia amanheceu...

Frio e nublado...

Abrace-me por favor...

Quero sentir o teu calor...

 

(Vania Staggemeier)

 

publicado por artedasao às 13:09

Sexta-feira, 01 de Novembro de 2013

(Porta velas em vidro pintado)

 

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À Luz Das Velas

 

Não longe daqui, em algum lugar

Os sinos repicam acordes

Que me chegam, feito canção

Um alento de esperança

O murmúrio de uma oração

Nessa noite que se me faz diferente e tão bela

O Céu derrama uma avalanche de estrelas

Aos meus olhos que choram

E não podem vê-las…

Fico, então, somente com as fagulhas

Da chama das humildes velas que evolam

Centelhas luminosas que reflectem

O brilho húmido do meu olhar

Desvencilhando-me das sombras que carrego

Da minha própria imperfeição

Sinto-me agora, boa e pura

Nessa noite da minha solidão.

 

(Maria Lúcia)

 

publicado por artedasao às 12:05

Terça-feira, 29 de Outubro de 2013

Caridade

 

Faz das mãos prato

Do corpo cobertor

De cada palavra

Um ato de amor.

 

(Karl Marx Valentim Santo)

 

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Bom dia: Desperte!

Beba logo uma xícara de sorrisos e,

Coma um prato de bom humor!

Tome um banho de alegria

Vista-se de esperança

Perfume-se com paciência

E estará pronto para enfrentar o dia!

 

(A. Higa)

 

publicado por artedasao às 12:06

Domingo, 13 de Outubro de 2013

(Taças em vidro Pintado, que podem ser colocadas em quem encomendar)

 

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Duos...

 

Dois corpos, duas caras…

Duas taças, duas bebidas,

Dois pensares, dois olhares,

Duas visões, duas vidas...

 

Uma mão sobre a outra...

Uma presa, outra solta,

Uma chora, outra implora,

Uma pensa, outra se apavora...

 

Duas vidas, duas sinas...

Duas ruas, duas esquinas,

Duas aves: uma dócil outra de rapina,

Dois destinos, duas diferentes doutrinas…

 

Uma história, dois amores...

Uma vontade, dois vencedores,

Duas visões e muitos valores,

Dois desejos e muitas flores...

 

Fim do tempo, fim de linha,

Fio longo ou só uma pontinha,

Fim do reinado, do Rei e da Rainha,

Da imaginação, do que se pensava que tinha...

 

(Tarciso de Souza)

publicado por artedasao às 11:49

Quarta-feira, 05 de Dezembro de 2012

(Mais um Elemento Decorativo Trabalhado com Tinta de Vidro)

 

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Eu descobri:

 

Que ser grande é poder sempre fazer coisas pequenas

Que ser grande é não desistir quando as coisas ficam difíceis

Que ser grande é ter humor para enfrentar os desafios

Que ser grande é simplificar as coisas complicadas

Ser grande não é encostar no tecto com as mãos e sim os outros com a alma

Ter coragem e saber que o medo não é um conselheiro...

Ser grande é ser pequeno no tamanho e grande na vontade

Por isso eu penso sempre...

Insista, persista e nunca desista!

 

(Denise Silvestre)

 

publicado por artedasao às 10:51

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2012

(Trabalhada com Tinta de Vidro)

 

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Aniversário

 

A caminho de casa, entro num botequim da esquina para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever a minha crónica. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no quotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crónica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O Pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o empregado, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A Mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do empregado. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o empregado encaminha a ordem do freguês.

O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho - um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o empregado deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, Pai, Mãe e Filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A Mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O Pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A Filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a Mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o Pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os Pais se juntam, discretos: "Parabéns para você, parabéns para você." Depois a Mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura - ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O Pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido - vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crónica: que fosse pura como esse sorriso."

 

(Fernando Sabino)

 

publicado por artedasao às 10:43

Sexta-feira, 31 de Agosto de 2012

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Um Pai contava histórias na hora da refeição

Nos olhos atentos dos filhos, nenhuma divagação

Os pratos vazios, as bocas ávidas por uma refeição

 

Àquela lastimável situação, ele queria abrandar

A fome de seus filhinhos

Ele tentava de alguma forma disfarçar

Ele lia em voz alta com muita empolgação!

Porém os seus olhos estavam tristes,

Exibiam a amargura cravada no coração

 

 Quando viu seus pequeninos caindo no sono, parou de ler

 E ficou a pensar no dia seguinte, no que iria fazer!

 Quem sabe conseguiria um emprego

 E diria adeus para aquele pesadelo?

 Então a sonolência veio e ele procurou o sossego

 E sentindo muita pena dos seus entes queridos,

 Adormeceu nos braços da esperança e do medo!

 

 Janete Sales (Dany)

 

publicado por artedasao às 13:47

Sábado, 26 de Maio de 2012

"Se não posso realizar grandes coisas,

posso pelo menos fazer pequenas coisas com grandeza."

 

(Clarck)

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Peças da minha 3ª Exposição com técnica de BUBBLE

 

publicado por artedasao às 13:45

Domingo, 01 de Abril de 2012

Esta taça é decorada com areia branca, tinta de vidro e Glitters dourado

 

 

publicado por artedasao às 19:12

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Olá Maria da Conceição!Encontrei ao acaso o seu bl...
Gostei imenso... De encontrar esses versos soltos ...
Maravilhosa tarde de segunda-feira para ti doce am...
Muito interessante!! Eu nunca tinha visto jarros c...
Uma fotografia muito linda!! Adoro pavões!!
Mais um belo poema e uma fotografia perfeita!!
Gostei muito deste poema!! Verdadeiramente encanta...
Muito linda
Ouvir o eco de nossas próprias palavras nos dá a i...
Belo poema, imagem ainda melhor!Dylan
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